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7 best African countries for expats in 2026

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Tempo de leitura: 14 min.
Sobre a Tanzânia Sobre a Tanzânia

Em 2026, os melhores países africanos para expatriados são Maurício, Marrocos, Ruanda, África do Sul, Tanzânia, Quênia e Namíbia. Esses países contam com programas de visto para estrangeiros, inglês e francês como idiomas oficiais amplamente usados e infraestrutura urbana bem desenvolvida. Em muitos casos, os níveis de segurança são comparáveis aos da Europa. A seguir, veja a análise detalhada da Altezza Travel.

Como elaboramos esta lista

Para montar este ranking, nossa equipe avaliou cada país com base em vários critérios, incluindo segurança, custo de vida, infraestrutura urbana, nível geral de desenvolvimento e opções de residência, especialmente para nômades digitais. A análise teve como base as seguintes fontes:

  • Índice Global da Paz. O índice abrange 163 países, que representam 99,7% da população mundial. Cada país é avaliado por 23 indicadores, incluindo conflitos internos e externos, níveis de criminalidade e militarização.
  • Ranking Mercer de Qualidade de Vida nas Cidades. Estudo anual da consultoria internacional Mercer, que avalia 241 cidades em 39 critérios, incluindo infraestrutura, segurança, saúde e estabilidade política.
  • Índice de Custo de Vida Numbeo. A maior base de dados colaborativa do mundo sobre custos de vida, com preços de moradia, alimentação, transporte e serviços em mais de 500 cidades. Os dados são atualizados em tempo real.
  • InterNations Expat Insider. Uma das maiores pesquisas do mundo sobre a vida de expatriados no exterior, cobrindo temas que vão de trabalho e finanças pessoais a moradia, infraestrutura e qualidade de vida. O ranking se baseia nas respostas de mais de 10.000 pessoas vivendo em 172 países, embora apenas 46 destinos entrem na classificação final.
  • Portais oficiais de governos sobre vistos e imigração. 

Maurício

  • População: 1,3 milhão
  • Capital: Port Louis

Maurício aparece de forma consistente em 1º lugar entre os países africanos em segurança, qualidade de vida e estabilidade política. Há 18 anos consecutivos, é considerado o país mais pacífico do continente. No Índice Global da Paz, Maurício fica à frente da Eslováquia, do Reino Unido, da Noruega, da Suécia, dos Estados Unidos e de muitos outros países desenvolvidos. Port Louis também ocupa o 1º lugar na África em qualidade de vida e a 88ª posição no mundo. Isso a coloca perto de Dubai e Abu Dhabi (83ª e 85ª posições) e de Budapeste (79ª), bem à frente de Kuala Lumpur (91ª), Buenos Aires (97ª), Xangai (106ª) e muitas outras grandes cidades.

Port Louis é uma cidade relativamente pequena, com um setor financeiro sólido, atendimento médico privado de alta qualidade e aeroporto internacional. Maurício é uma ilha tropical compacta, com cerca de 65 km de norte a sul. A vida segue em ritmo tranquilo. A partir do centro de Port Louis, praias, recifes de coral e trilhas nas montanhas ficam a menos de 1 hora.

Uma pessoa vivendo no centro de Port Louis deve prever gastos de pelo menos US$ 1.000 por mês, incluindo o aluguel de um apartamento de 1 quarto. Essa estimativa cobre serviços básicos, internet, supermercado e outras despesas do dia a dia. Uma família de 3 ou 4 pessoas costuma gastar cerca de US$ 2.500–3.000 por mês, incluindo o aluguel de um apartamento de 2 quartos. Esses valores não incluem mensalidades de escolas internacionais, que ficam em torno de US$ 7.600 por criança a cada ano letivo, nem contemplam gastos acima de um padrão médio de vida, como restaurantes, compras de supermercado mais sofisticadas ou compras frequentes.

Maurício conta com um Premium Visa para nômades digitais. O visto é gratuito, emitido online e disponível para cidadãos de por 1 ano, com possibilidade de renovação. Os candidatos devem comprovar renda mínima de US$ 1.500 por mês proveniente de fontes fora de Maurício, além de US$ 500 adicionais para cada dependente. Portadores desse visto não têm permissão para trabalhar para empregadores locais.

Estrangeiros podem se qualificar para a cidadania após viver em Maurício por 5 a 7 anos, dependendo da nacionalidade atual, ao se casar com um cidadão mauriciano (após pelo menos 4 anos de casamento) ou ao investir US$ 500.000. Investidores podem se tornar elegíveis após apenas 2 anos de residência contínua. É importante observar que Maurício não reconhece dupla cidadania, o que significa que os candidatos devem renunciar à nacionalidade anterior. 

Marrocos

  • População: 40 milhões
  • Capital: Rabat 

O Marrocos é um dos destinos mais populares do continente entre expatriados. Embora faça parte da África geograficamente, o país parece muito próximo da Europa em termos de cultura, clima e infraestrutura. A travessia de ferry de Tânger até a Espanha, pelo Estreito de Gibraltar, leva apenas 1–1,5 hora. O Marrocos ocupa a 85ª posição no Índice Global da Paz, à frente da China (98ª) e dos Estados Unidos (128ª). Rabat aparece na 127ª posição mundial em qualidade de vida, ao lado de cidades como Bangkok (124ª), Tel Aviv (126ª) e Istambul (134ª). 

Rabat é uma cidade relativamente pequena, com bairros de estilo europeu, atmosfera tranquila e boa infraestrutura. Ainda assim, está longe de ser a única opção para expatriados. 

Marrakech atrai residentes por sua medina histórica e pelo moderno bairro de Gueliz, conhecido por escritórios, cafés e restaurantes. Casablanca é o centro financeiro e de negócios do país, além de abrigar a sede de muitas grandes empresas. Fez é o centro cultural e espiritual do Marrocos, e sua medina histórica é Patrimônio Mundial da UNESCO. Agadir é famosa por suas praias e pelo surfe. 

Apesar dessa diversidade, expatriados devem ter em mente que o árabe e o francês são os principais idiomas usados no dia a dia. 

As despesas mensais médias para 1 pessoa ficam em torno de US$ 500, mais aproximadamente US$ 400 por um apartamento de 1 quarto. Uma família de 3 ou 4 pessoas deve prever pelo menos US$ 1.800 por mês, sem incluir aluguel, enquanto um apartamento de 3 quartos costuma custar a partir de US$ 650 por mês. As mensalidades de escolas internacionais ficam, em média, em torno de US$ 4.000 por ano. 

O Marrocos não conta com um visto específico para nômades digitais. Cidadãos dos Estados Unidos, de países da União Europeia, do Reino Unido e de muitos outros países podem entrar sem visto e permanecer por até 90 dias. Quem deseja ficar por mais tempo precisa obter um Certificat d'Immatriculation, documento oficial de residência para estrangeiros. Trabalhadores remotos com renda fora do Marrocos devem apresentar comprovante de renda, extratos bancários, contrato de aluguel e seguro-saúde. As solicitações precisam ser feitas presencialmente, não online. As autorizações de residência são emitidas por 1 ano e podem ser renovadas por até 10 anos consecutivos. Estrangeiros podem solicitar a cidadania marroquina após 5 anos de residência contínua e proficiência em árabe ou tamazight. 

Ruanda

  • População: 14,8 milhões
  • Capital: Kigali

Ruanda é o país mais seguro da África quando se considera a percepção de segurança dos próprios moradores. Segundo a Gallup, 78% dos entrevistados disseram se sentir seguros ao caminhar sozinhos à noite, o maior índice do continente e comparável aos níveis observados no Reino Unido, na República Tcheca, na Alemanha e em vários outros países europeus. Ruanda ocupa a 91ª posição no Índice Global da Paz, à frente da China, dos Estados Unidos e da maioria dos países africanos.

Em 2025, a publicação francesa The Africa Report apontou Kigali como a cidade mais limpa da África. O ranking se baseou em uma pesquisa com 7.877 moradores de 41 cidades africanas, que avaliaram a limpeza das ruas e a coleta de lixo. O custo de vida também é relativamente baixo. Uma pessoa costuma gastar cerca de US$ 420 por mês, enquanto uma família de 3 ou 4 pessoas precisa de aproximadamente US$ 1.500. Moradia, serviços básicos e despesas discricionárias, como entretenimento, roupas e lazer, acrescentam mais US$ 750–1.500 por mês, dependendo do estilo de vida.

As regras de entrada são simples. Dependendo da nacionalidade, visitantes podem entrar sem visto ou obter um visto online ou na chegada por US$ 50, com permanência de até 30 dias. Ruanda ainda não conta com um visto específico para nômades digitais, mas estrangeiros podem solicitar uma autorização de residência de longo prazo da Categoria K. Os candidatos devem apresentar vários documentos, incluindo certidão de antecedentes criminais e comprovação de recursos financeiros. A autorização permite trabalho remoto para empregadores estrangeiros, mas não para empresas ruandesas. Obter cidadania é bem mais difícil: os candidatos precisam viver no país por 15 anos antes de se tornarem elegíveis.

Ruanda vai além das oportunidades profissionais e da vida urbana. A poucas horas de Kigali fica o Parque Nacional dos Vulcões, nas montanhas Virunga, lar de cerca de 1 terço dos gorilas-da-montanha do mundo. No leste de Ruanda, perto da fronteira com a Tanzânia, o Parque Nacional Akagera reúne a chance de ver os Big Five. No sudoeste, a floresta Nyungwe, uma das mais antigas florestas tropicais montanas da África, é famosa por seus chimpanzés e pela passarela suspensa acima da copa das árvores.

África do Sul

  • População: 63 milhões
  • Capitais: Pretória (administrativa), Cidade do Cabo (legislativa), Bloemfontein (judicial)

A África do Sul aparece com frequência entre os países mais desenvolvidos, mais visitados e mais perigosos da África. A atenção costuma se concentrar em Joanesburgo, a maior cidade do país e seu centro de negócios, ou na Cidade do Cabo, frequentemente considerada uma das cidades mais bonitas do mundo. A Cidade do Cabo abriga uma grande comunidade internacional de expatriados e viajantes, além de praias, surfe, montanhas, vinhedos e uma infraestrutura bem desenvolvida, com espaços de coworking, hotéis, cafés e restaurantes. No ranking InterNations Expat Insider, a África do Sul ficou em 35º lugar entre 46 países. Expatriados destacaram a beleza natural e o clima do país, a saúde, a forte comunidade internacional e a ausência de barreira linguística como grandes vantagens. O inglês é amplamente falado.

Tudo isso tem seu preço. A Cidade do Cabo é visivelmente mais cara do que os países listados acima. Uma pessoa deve prever pelo menos US$ 1.400–1.750 por mês, incluindo o aluguel de um apartamento de 1 quarto e despesas básicas de vida. Uma família de 3 ou 4 pessoas costuma gastar cerca de US$ 3.800–4.300 por mês. As mensalidades de escolas internacionais ficam, em média, em torno de US$ 5.200 por criança ao ano.

A África do Sul lançou seu visto de trabalho remoto em março de 2025. Ele é emitido por 1 ano e pode ser prorrogado por até 3 anos. Os candidatos devem comprovar renda anual mínima de US$ 37.000, trabalhar para um empregador estrangeiro e ter seguro-saúde. No entanto, o visto não abre caminho para residência permanente. Após 3 anos, seus titulares precisam deixar o país ou mudar para um visto de trabalho tradicional. A cidadania leva ainda mais tempo: estrangeiros devem primeiro passar 5 anos no país com visto de trabalho para se qualificar à residência permanente e, depois, aguardar mais 5 anos antes de solicitar a cidadania.

A segurança é um ponto importante para quem pensa em se mudar para a África do Sul. O país ocupa a 124ª posição entre 163 no Índice Global da Paz, ligeiramente à frente dos Estados Unidos (128ª), mas bem atrás da maioria dos países europeus e de muitos países africanos. Roubos de carro com abordagem e assaltos nas ruas, especialmente em áreas isoladas, bairros com alta criminalidade e à noite, continuam sendo riscos que moradores e expatriados precisam considerar.

Tanzânia

  • População: 71,7 milhões
  • Capital: Dodoma (oficial), Dar es Salaam (centro econômico e cultural)

Segura, acolhedora e extremamente diversa, a Tanzânia merece estar em qualquer lista dos melhores países africanos para expatriados. O país ocupa a 73ª posição no Índice Global da Paz, à frente da França, da China, dos Estados Unidos e do vizinho Quênia.

Dar es Salaam, a maior cidade da Tanzânia e seu centro econômico, é um porto movimentado no Oceano Índico, com mercados cheios de vida, um horizonte urbano em crescimento e uma das cenas culturais mais vibrantes da costa da África Oriental. Arusha tem uma atmosfera mais tranquila e funciona como o grande ponto de partida para safáris no país. É comum encontrar montanhistas voltando do Kilimanjaro, o ponto mais alto da África, a 5.895 m de altitude, ao lado de viajantes que atravessaram meio mundo para fazer um safári. Zanzibar é conhecida por suas praias, recifes de coral, arquitetura colonial, pelas ruas labirínticas de Stone Town e por uma cena de restaurantes e vida noturna impulsionada pelo turismo.

A Tanzânia também é reconhecida por seus parques nacionais e reservas, incluindo o Serengeti – cenário da Grande Migração, o Ngorongoro e sua cratera vulcânica habitada, o Tarangire, com seus baobás e grandes manadas de elefantes, e Mkomazi, refúgio de raros rinocerontes-negros.

As despesas mensais médias variam de US$ 450–500 para 1 pessoa e de US$ 1.600–1.700 para uma família de 3 ou 4 pessoas, sem incluir aluguel. Apartamentos em centros urbanos costumam custar entre US$ 450 e US$ 1.400 por mês, dependendo do tamanho e da localização. A educação é cara, com mensalidades de escolas internacionais frequentemente acima de US$ 10.000 por ano.

A Tanzânia ainda não conta com visto para nômades digitais. A maioria dos trabalhadores remotos permanece com vistos de turista de 90 dias e sai e entra novamente no país de tempos em tempos. Vistos de turista não permitem vínculo empregatício com empresas tanzanianas. A residência de longo prazo geralmente exige abrir um negócio ou conseguir emprego local. Autorizações de trabalho custam cerca de US$ 3.000 e são válidas por 2 anos, enquanto as empresas enfrentam cotas que priorizam cidadãos tanzanianos em relação a trabalhadores estrangeiros. Por isso, encontrar um emprego local pode levar tempo. A cidadania também é difícil de obter: os candidatos devem residir na Tanzânia por pelo menos 7 anos, pagar uma taxa de solicitação de US$ 1.500 e renunciar à cidadania anterior.

Quênia

  • População: 62,8 milhões
  • Capital: Nairóbi

O Quênia concentra muitos dos contrastes do continente. É bonito, diverso e economicamente dinâmico, mas a segurança ainda exige atenção. O país ocupa a 127ª posição no Índice Global da Paz, ligeiramente abaixo da África do Sul. Ainda assim, Nairóbi permanece entre as cidades mais confortáveis do continente para expatriados. Furtos e roubos de carro com abordagem acontecem, mas muitos estrangeiros escolhem bairros como Westlands, Karen e Gigiri, onde as preocupações de segurança são comparáveis às de outras grandes cidades.

Nairóbi vai além da infraestrutura moderna. A cidade abriga escritórios regionais do Google, Microsoft, IBM, Cisco e muitas outras empresas internacionais. Seu ecossistema de startups, frequentemente chamado de "Silicon Savannah", atrai empreendedores e investidores do mundo todo. Desde 2024, a mudança para o país ficou mais simples graças ao visto de nômade digital Class N do Quênia. O visto é emitido por 1 ou 2 anos e pode ser renovado. Os candidatos devem comprovar renda anual mínima de US$ 24.000 e trabalhar para um empregador sediado fora do Quênia. A cidadania fica disponível após 7 anos de residência contínua, e o Quênia permite dupla cidadania.

As despesas mensais básicas para 1 pessoa ficam, em média, em torno de US$ 600, com apartamentos de 1 quarto custando cerca de US$ 500. Uma família de 3 ou 4 pessoas deve prever pelo menos US$ 3.250 por mês. Assim como na Tanzânia, as escolas internacionais são caras, com mensalidades anuais frequentemente acima de US$ 10.000.

Namíbia

  • População: 2,9 milhões
  • Capital: Windhoek

A Namíbia talvez seja o país mais subestimado desta lista. No Índice Global da Paz, aparece à frente dos Emirados Árabes Unidos, da França, da Sérvia, da Moldávia e de muitos outros países. O inglês é o idioma oficial, e a Namíbia tem uma das menores densidades populacionais do mundo. Menos de 3 milhões de pessoas vivem em 824.000 km², com cerca de 530.000 residentes na capital.

Windhoek é uma cidade organizada e bem planejada, com forte herança colonial alemã. Ruas de paralelepípedos, pubs tradicionais e a igreja luterana Christuskirche, consagrada em 1910, dão à cidade um caráter próprio. O policiamento eficiente e a proteção relativamente sólida dos direitos civis reforçam seu apelo. Como resultado, Windhoek está entre as capitais africanas mais agradáveis para viver, tanto em qualidade de vida quanto em segurança.

As despesas mensais para 1 pessoa ficam, em média, em torno de US$ 700, enquanto um apartamento de 1 quarto custa cerca de US$ 500. Uma família de 3 ou 4 pessoas costuma gastar cerca de US$ 2.500 por mês, enquanto o aluguel de um apartamento maior fica, em média, em torno de US$ 1.150. As mensalidades de escolas internacionais ficam em torno de US$ 5.350 por ano.

A Namíbia lançou um visto para nômades digitais em 2022. Os candidatos devem comprovar renda mínima de US$ 2.000 por mês, e o visto é válido por 6 meses. No entanto, ele não pode ser renovado imediatamente, pois é preciso esperar 1 ano antes de solicitar novamente. Quem deseja ficar por mais tempo geralmente precisa conseguir emprego local. A cidadania exige 10 anos de residência, e os candidatos aprovados devem renunciar à nacionalidade anterior.

Publicado em 9 junho 2026
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Todo o conteúdo da Altezza Travel é criado com base em conhecimento especializado e pesquisa cuidadosa, seguindo nossa Política Editorial.

Sobre o autor
Sergey Demin

Sergey é autor da Altezza Travel. Desde 2012, trabalha como jornalista e editor em diferentes publicações, cobrindo cultura global, história, economia internacional e viagens.

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